quinta-feira, 9 de julho de 2015

A ESSÊNCIA DO YOGA Por Giordano Cimadon.



A ESSÊNCIA DO YOGA

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O Yoga pode ser considerada como um conjunto de tradições que têm como objetivo comum a liberação do sofrimento e a realização da iluminação. O termo Yoga deriva do sânscrito yug, que significa união. Esta união é a que pode acontecer entre qualquer ser humano e a divindade. A concepção de Yoga é, portanto, similar ao que gnosticismo entende por religião, ou seja, pelo re-lígere, termo que também pode ser entendido como união com a divindade.
Através desta União Mística proporcionada pela prática e pela filosofia do Yoga, o ser humano pode adquirir domínio sobre sua natureza inferior, sobre seu corpo, suas emoções e seus pensamentos, libertando-se assim de toda trava proveniente de seu contato com a vida material. Também é através do Yoga que se torna possível desenvolver as faculdades psíquicas, os poderes latentes da alma, que alguns místicos orientais e ocidentais têm desenvolvidas, e que são responsáveis por fenômenos considerados mágicos ou milagrosos.
As bases da filosofia e da prática do Yoga encontram-se estabelecidas nos textos sagrados da Índia, como os Upanishads, o Bhagavad Gita, os Yoga Sutras de Patanjali, o Hatha Yoga Pradipika, entre outros. No Bhagavad Gita encontramos que o Yoga é um conhecimento existente há muitos milhões de anos. Investigações arqueológicas permitem aos cientistas estimarem que o Yoga existe há seis ou sete milênios.
O Yoga é uma das seis escolas pertencentes à Filosofia Hindu. Seus fundamentos filosóficos são iguais aos de outra destas seis escola, chamada Samkhya. Esta é a mais antiga e mais ortodoxa linha filosófica da Índia.
A escola Samkhya propõe que o Universo é composto de duas realidades imutáveis, chamadas Purusha e Prakriti. Purusha é considerado o centro da consciência, a verdadeira identidade de todo ser vivo, enquanto que Prakrti é a fonte de toda a existência material. Prakrti possui três qualidades ou tendências: tamas (escuridão, obscuridade), rajas (atmosfera, firmamento) e sattva (ser, entidade). Mais tarde falaremos sobre as gunas.
Sendo um conjunto de práticas compostas ao longo de milênios, o Yoga possui uma grande diversidade e uma de suas principais características é o universalismo. No Bhagavad Gita, o Yoga é classificada em quatro escolas: Karma Yoga, Bhakti Yoga, Jnana Yoga e Raja Yoga. Samael Aun Weor acrescenta ainda três escolas às quatro tradicionais: Laya Yoga, Samadhi Yoga e Hatha Yoga.
Atualmente existem inúmeras escolas de Yoga no Ocidente, a maior parte delas fundamentada num entendimento parcial na proposta central da Hatha Yoga, a qual pode ser considerada um fragmento da Raja Yoga. Portanto, as técnicas aplicadas na maioria das escolas de Yoga do Ocidente observam apenas um dos fundamentos da Hatha Yoga: a purificação do físico conduz à purificação da mente e da vitalidade.
Um estudo mais profundo da história do Yoga e de seus propósitos originais permitem a compreensão de que o Ocidente adaptou o sistema de exercícios do Yoga para satisfazer sua necessidade de culto à estética e à auto-imagem corporal, descartando assim, na maioria das vezes, todo o seu conteúdo filosófico considerado desnecessário, mas que é imprescindível para o desenvolvimento integral da proposta da Yoga.
Na Índia, a relação dos praticantes de Yoga é oposta àquela desenvolvida pelos Ocidentais. O objetivo é controlar o corpo e não utilizá-lo para fins transitórios e ilusórios. Assim como o corpo, pretende-se também através do Yoga dominar a mente e os desejos. Levando isso em consideração, entendemos que o grande número de escolas de Yoga existentes na Índia possibilita que o ser humano possa desenvolver toda sua potencialidade, além de poder acessar, através de formatos diversificados compatíveis com sua particularidade, um conhecimento essencial que o permita realizar esta União Mística.
Este conhecimento essencial, chamado de Essência do Yoga, é o tema central do estudo e da prática do Yoga dentro do Gnosticismo de Samael Aun Weor. Segundo o autor, todas escolas de Yoga tradicionais da Índia possuem este conhecimento síntese, um saber esotérico, chamado Sahaja Maithuna. As demais práticas que distinguem as escolas umas das outras, apesar de benéficas e necessárias para o desenvolvimento espiritual, pertencem ao chamado círculo público ou exotérico, carinhosamente chamado kinder, ou jardim de infância.
Entre tantos significados que a palavra Yoga possa possuir, uma é importante para nossa compreensão da Filosofia da Yoga. No sânscrito, um dos sinônimos de Yoga é o termo marga, que significa caminho ou senda. Portanto, quando se fala em Yoga, é possível se referir não só à Filosofia e à União Mística, mas também ao caminho através do qual se pratica esta Filosofia e através do qual é possível realizar esta União.
As escolas sempre foram consideradas imprescindíveis pelos antigos sábios indianos. Era lá que o aspirante poderia encontrar o seu guru, ou literalmente instrutor divino, geralmente um indivíduo que consagra de modo integral sua vida para a prática da Yoga e para a realização da iluminação e da liberação. A palavra guru possui um significado especial:
“A sílaba gu significa escuridão. A sílaba ru significa aquele que a dispersa. Pelo poder de dispersar a escuridão, o guru é assim chamado.” (Advayataraka Upanishad)
No Ocidente, contudo, esta forma é extemporânea e inaplicável, uma vez que, em geral, os instrutores não possuem requisitos necessários para receberem tal título. Nem mesmo nós ocidentais, praticantes do Yoga, seríamos capazes de nos relacionarmos com um legítimo guru indiano. Via de regra são extremamente exigentes, pois impõem disciplinas que dificilmente seriam cumpridas à risca. Na Gnosis segue-se a orientação dada por Samael Aun Weor a este respeito:
“O despertar da Consciência é urgente. Quem aprende a sair em corpo astral à vontade pode estudar aos pés dos Grande Mestres de Sabedoria. No Mundo Astral encontramos o nosso Guru, que nos instruirá nos grandes mistérios.” (Samael Aun Weor, O Matrimônio Perfeito)
Uma das principais características das Escolas de Yoga do Oriente é a sua configuração em dois círculos de aprendizagem. O primeiro, considerado Exotérico, Externo ou Popular, é destinado a ensinar ao público em geral sobre os rudimentos e os princípios básicos da filosofia e da prática da Yoga.
Como já foi mencionado anteriormente, este o círculo é chamado Kinder, palavra que significa jardim de infância, pois é onde os praticantes do Yoga aprender os primeiros passos da prática e da filosofia do Yoga.
Já o segundo círculo, chamado Interno ou Esotérico, está reservado aos praticantes mais avançados, aos que foram instruídos no círculo público, e à eles é destinado um tipo de conhecimento de natureza especial, chamado de Essência do Yoga. Este tema é de grande importância para o gnosticismo e será abordado em detalhes na sequência deste curso. Nos círculos externos ou exotéricos das escolas de Yoga encontramos o seguinte:
1) Karma Yoga: ensina a Disciplina da Ação Reta, que consiste em proceder de acordo com dharma, ou seja, pensar, agir e sentir de modo reto, preciso e impecável. Isto significa agir sem esperar pelos frutos da ação. Nas palavras de Krishna:
“Portanto, Arjuna, entregando todo o seu trabalho à Mim, com pleno conhecimento de Mim, sem desejo de lucro, sem revindicação de propriedade, e livre da letargia, lute.” (Bhagavad Gita)
O termo dharma também pode ter o sentido de conjunto de preceitos religiosos, do que se pode entender a existência de um dharma cristão (os mandamentos de Cristo), um dharma budista (os ensinamentos de Buda), um dharma islâmico (os ensinamentos de Maomé) e um dharma judaico (a lei de Moisés). Sendo assim, considerando o universalismo da essência de todas as religiões, pode-se praticar em todas elas o Karma Yoga (e as demais formas de Yoga, como ficará evidente adiante).
2) Bhakti Yoga: ensina a nutrir devoção e amor à Divindade. Bakhti é um termo sânscrito que significa algo como “amor bem-aventurado, abnegado e dominador que se sente pela Divindade, sob qualquer de suas formas”. Nas palavras de Krishna:
“Ocupe sua mente sempre em pensar em Mim, torne-se Meu devoto, ofereça homenagens à Mim e Me adore. Estando completamente absorto em Mim, certamente você virá até Mim.” (Bhagavad Gita)
Estas palavras inevitavelmente nos recordam da devoção e da mística do Cristianismo, e esta ligação fica ainda mais evidente quando analsamos quais as nove formas de praticar Bhakti Yoga:
  1. ouvir sobre o Senhor,
  2. glorificar o Senhor,
  3. recordar o Senhor,
  4. servir o lótus do Senhor,
  5. adorar o Senhor,
  6. oferecer orações ao Senhor,
  7. servir o Senhor,
  8. fazer amizade com o Senhor e
  9. entregar tudo ao Senhor.
3) Jnana Yoga: ensina o Conhecimento do Ser. Jnana é o termo sânscrito idêntico ao termo gnosis, significando portanto “conhecimento”. Porém, este conhecimento é o conhecimento de si mesmo, o auto-conhecimento. O objetivo da Jnana Yoga é conhecer Brahman, a realidade transcendental de todas as coisas. Nas palavras de Krishna:
“Quando ele entende que as várias formas de ser são latentes no Um e dele se espalham, então ele alcança Brahman. Aqueles que sabem, através do olho do conhecimento, a distinção entre o campo e o conhecedor do campo, assim como a liberação dos seres da natureza material, vão para o Supremo.” (Bhagavad Gita)
Os passos fundamentais da Jnana Yoga possuem semelhança incrível com as técnicas de auto-observação, e são os seguintes:
  1. Viveka (discriminação), a capacidade de diferenciar o Real do Irreal, o Eterno do Temporal,
  2. Vairagya (imparcialidade), a capacidade de se desligar de tudo o que é impermanente,
  3. Shad-sampat (seis virtudes), que são: controle da mente, controle dos sentidos, renúncia das ações que não são dharmicas, persistência, fé e concentração,
  4. Mumukshutva, anseio intenso pela liberação das limitações temporais.
4) Raja Yoga: ensina técnicas de meditação para adquirir experiências da Verdade e atingir a Iluminação. A Raja Yoga também é conhecida com o nome de Ashtanga Yoga. Ashtanga significa “oito membros”, pois descreve os oito passos através dos quais é possível experimentar a Verdade, ou seja, atingir o samadhi. Nas palavras de Krishna:
“Estabelecendo um assento firme (…) em um lugar limpo (…) tendo direcionado sua mente para um único objeto, com controle de seu pensamento e da atividade dos sentidos, ele deve praticar a Yoga para sua auto-realização. Firmando o corpo, cabeça e pescoço eretos, sem movimentos e quieto, olhando para a ponta de seu próprio nariz e não para qualquer lugar, com a mente quieta, sem medo, firme em seu voto de castidade, controlando a mente, com os pensamentos fixos em Mim, ele deve sentar, concentrado e devotado à Mim. Então, continuamente disciplinando a si mesmo, o yoguin cuja mente está subjugada vai ao Nirvana, para a suprema paz, para unir-se à Mim.” (Bhagavad Gita)
Os oito membros da Raja Yoga são:
  1. Yama (cinco abstenções): violência, roubo, sexo ilícito, mentira e posse,
  2. Niyama (cinco hábitos): pureza, contentamento, austeridade, estudo e entrega a Deus,
  3. Asana (assento): posturas diversas,
  4. Pranayama (controle da respiração): controle do prana,
  5. Pratyahara (abstração): anulação dos órgãos dos sentidos,
  6. Dharana (concentração): fixar a atenção num único objeto,
  7. Dhyana (meditação): contemplação intensa da verdadeira natureza da realidade e
  8. Samadhi (liberação): estado supraconsciente de iluminação.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Postura do Triangulo - Utthita Trikonasana

Postura do Triangulo - Utthita Trikonasana

O nome vem das palavras em sânscrito trikona (त्रिकोण, Trikona) que significa "triângulo", e asana (आसन) que significa "postura" ou "assento".

  • Alonga e fortalece as coxas, joelhos e tornozelos
  • Alonga os quadris, virilhas, isquiotibiais e panturrilhas; ombros, peito e coluna
  • Estimula os órgãos abdominais
  • Ajuda a aliviar o estresse
  • Melhora a digestão
  • Ajuda a aliviar os sintomas da menopausa
  • Alivia a dor nas costas, especialmente por meio segundo trimestre de gravidez
Terapêutica para a ansiedade, pés chatos, infertilidade, dor de garganta, osteoporose e dor ciática

fonte: http://www.yogaposes.com.br/postura/postura-do-triangulo-utthita-trikonasana

Os Chakras Rodopiantes Por Satyanátha (publicado no site O Nome do Mundo)

06MAR
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Os Chakras Rodopiantes

Por Satyanátha (publicado no site O Nome do Mundo)
Sim, você tem chakras, centros rodopiantes da sua energia fluida — e se não os percebe, é como aquela pessoa que sai procurando os óculos sem notar que os está usando, ou quem tenta achar o relógio sem lembrar de olhar o próprio pulso. Aquilo que faz parte do quotidiano passa desapercebido, por mais importante que seja, como respirar.
Os chakras giram, giram. Chakra, em sânscrito, significa roda, e é essa aparência deles. São como cidades no imenso país que é cada ser humano, mas ao invés de serem cheias de gente e carros, são núcleos povoados por sua energia em movimento. Ligando um chakra ao outro, como rodovias, existem os nadis, canais sutis por onde fluem desde a vitalidade do corpo até nossas emoções. O que chamamos de sentimentos são o resultado desse mecanismo.
Os nadis, também chamados de meridianos, carregam energia por entre um chakra e outro. O que determina o tráfego é uma relação dupla que existe entre os nossos pensamentos e as nossas energias. Quando nossa mente se fixa em alguma coisa, as energias se encaminham, obedientes, para os chakras que correspondem ao que estamos pensando; o inverso é igualmente real, e quando as energias fluem por certas partes da gente, os pensamentos surgem ou são amplificados.
O mecanismo não é difícil de entender. As energias dos chakras e nadis são sutis, invisíveis aos olhos. Mas o exemplo é simples: quando começamos a pensar em comida, o estômago tende a dar sinais de fome; quando temos fome, começamos a pensar em comida. Um lado influencia o outro.
E assim também é com os chakras: eles influenciam os nossos pensamentos e sentimentos, mas também são influenciados por eles. O sistema caminha unido e é até difícil dizer em que lado algo começou, se como energia ou pensamento. Na verdade, pensamento é uma forma de energia correndo por nós.
Quando, por exemplo, estamos fazendo um trabalho intelectual importante, as energias correm em nossos meridianos até o chakra que vibra discernimento e da razão. Ele então brilha forte, gira rápido, como uma cidade cheia de habitantes, as luzes todas acesas. Assim, uma pessoa que tenda a ser bem racional vai ter o chakra da razão bem desenvolvido, sempre bem abastecido, e aí quando algo novo surge — um problema, uma situação boa, o que for — os primeiros pensamentos da pessoa vão ser também racionais, já que é essa a sua capital, onde as energias estão primordialmente focadas.
Os sulcos que isso causa em nosso sistema de energias nos leva a agir de forma mais ou menos previsível. Quem tem só um martelo acha que todo problema é prego; uma pessoa que vibra quase sempre no chakra da raiva e do conflito vai querer sempre brigar. Nós temos canais principais por onde a energia tende a fluir. Mudar isso requer atenção, e um pouco de tempo.
A energia é simples, potente, e neutra. É a maneira que ela se expressa que define os resultados, igual ao que acontece com a eletricidade: não podemos culpá-la por efeitos das máquinas que ela fez mover. Quando movemos os nosso chakras, os abastecemos com energia mesmo sem perceber, e seus efeitos em nós vão além do resultado imediato. Porque as ruas entre eles são alargadas, os nadis se reconfiguram o tempo todo, e quanto mais alimentamos cada chakra, mais ele vai nos influenciar no futuro. Eles são máquinas que não se desligam e que quanto mais crescem, mais importante ficam em nós.
É por isso que temos que mantê-los, todos, bem abastecidos, mantendo o sistema flexível para não ficarmos estagnados em apenas alguns chakras. A maioria das pessoas vive com suas energias girando principalmente em apenas um ou dois deles, vendo tudo por aquele viés limitado. São como sedentários que movem apenas um grupo de músculos, que não se alongam, que não podem correr, e sentem dores por conta do desequilíbrio que criam.
Os chakras humanos são sete: muladhara (memória e relação com a matéria);svadisthana (razão, intelecto e identidade); manipura (determinação, criação e força de vontade); anahata (profundo entendimento, compaixão); vishuddha (poder e amor da alma); ajna (percepção sublime) e sahasrara (ligação com o divino). São, progressivamente, mais sutis e diáfanos, com energias mais fortes, porém menos evidentes na vida material.
O importante de se saber, também, é que temos também sete outros chakras grandes, que não são humanos. São características animais. O que não é ruim; eles fazem parte de nosso sistema. Mas devem ser usados com cuidado, da mesma maneira que nós domamos as nossas tendências instintivas para viver bem em sociedade. Nós aprendemos, já, a controlar o nosso comportamento, de maneira mais repressiva e superficial, mas ainda não somos muito bons em parar de alimentar a fogueira do bicho que há na gente. Como temos poderes humanos, as tendências desses chakras se tornam bem mais nocivas em nós do que são nos animais.
Quando uma pessoa alimenta os chakras animais em si, mas ao mesmo tempo tenta impedir os efeitos disso, o resultado é uma tristeza implosiva ou uma insanidade explosiva.
Os chakras animais são: atala (medo e desejo animalesco); vitala (raiva e agressão); sutala (inveja destrutiva); tatala (confusão e insanidade); rasatala (egoísmo total); mahatala (ausência de auto-consciência) e patala (crueldade extrema). Os dois primeiros são tão úteis quanto uma faca afiada e tão perigosos quanto; os outros são reinos de desespero.
Por natureza, a nossa energia tende a fluir mais para um chakra ou outro. O pensamento os comanda, e quando vemos energia presa em um local em nós que não queremos que ela esteja, podemos fazê-la tomar a estrada, subir em clareza e luz. Cultivar os chakras humanos é a estratégia mais antiga na humanidade de se encontrar paz e alegria. É simples como a agricultura: irrigar com cuidado, cuidar do fluir, impedir a estagnação e a seca.
O poder de decidir é sempre nosso. Um dia, podemos nos deparar com um sistema que precisa de reparos, que nos leva ao chakra do medo mais frequentemente do que devia, que nos prende no intelecto quando queremos sentir amor. Devagar, com empenho, vamos alterando o sistema, de enxada e pá nas mãos, descobrindo as sutilezas e alegrias de energias e chakras mais elevados.
Precisamos retirar os pedágios que existem nos nossos nadis, as idéias pré-concebidas, os preconceitos errados, os arcaicos conceitos. Para que a energia flua como deve em nós, por todos os poros, nas ações e pensamentos; até criar um sorriso cheio de luz e olhos que brilhem como a alma.
Davi Murbach é um metafísico e um místico. Sob o nome Satyanátha, viveu por quase sete anos como monge iniciado no Monastério Hindu de Kauai. Aprendeu técnicas de meditação milenares com a linhagem Saiva Siddhanta dos Nathas do sul da Índia, e esta é a base do seu conhecimento. Estuda sufismo, cristianismo, budismo e mais outrismos com gosto, descobrindo neles linguagens diferentes para falar do mesmo mistério, do mesmo potencial humano, do mesmo Deus.
É um herege rebelde, sujeito perigoso, que prefere a luz a seus reflexos. Sofre de alergia a dogmas. Tem pouca coragem, mas vai assim mesmo, e até o fim. Fala sobre coisas transcendentes e se surpreende quando alguém quer ouvir.

FONTE: http://www.yogapelapaz.com.br/blog/?tag=chakras

quarta-feira, 4 de março de 2015

USP comprova: Energia liberada pelas mãos tem o poder de curar

USP comprova: Energia liberada pelas mãos tem o poder de curar

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.
Fonte: http://portal.rac.com.br/noticias/index_teste.php?tp=correio-escola...
Postado por Miguel Galli às 23:36 em 25/11/2011
Fonte: Monica Heymann Fedele

GESTOS DE PODER MUDRAS

Mudras são gestos que nos permitem sintonizar com frequências específicas de energia do Universo. Segundo Yoga e Ayurveda, a saúde plena é o resultado dessa sintonia em que o ser individual, o microcosmo, sincroniza-se com o Universo, o macrocosmo.
Essa sincronia é a base do equilíbrio e da cura. Assim, os Mudras são ferramentas poderosas para otimizar a saúde.
Quando colocamos as mãos em Mudras, elas atuam como antenas canalizando as energias de cura para todos os aspectos de nosso Ser.
Isso funciona porque nosso corpo é composto de 5 elementos: terra, água, fogo, ar e espaço.
Cada um destes elementos está relacionado com um de nossos sistemas fisiológicos, e também com certas qualidades.
Por exemplo: o elemento terra está relacionado com o sistema esquelético e possui as qualidades de força, estabilidade e firmeza.
Quando estes elementos estão presentes na quantidade adequada, a saúde estará presente.
Cada um dos dedos também está relacionado com um dos 5 elementos. O dedo mínimo representa a água, o anular a terra, o médio o espaço, o indicador o ar e o polegar o fogo. As combinações dos dedos, assim como a posição deles (esticado, flexionado, etc.), permitem uma grande variedade de opções de conexão com as energias primordiais do Universo.
Há milhares de anos atrás, os sábios da Índia desvendaram os códigos secretos destas inúmeras combinações observando os efeitos e benefícios de cada Mudra.
Hoje, os Mudras representam um tesouro que permite que o microcosmo de nosso corpo se harmonize com os ritmos do universo para facilitar a saúde e a cura.
Comece a praticar os mudras de um a cinco minutos. Caso sinta qualquer desconforto, descontinue a prática e consulte um professor de Yoga experiente nesta área.
Mudras para o ótimo funcionamento de cada sistema fisiológico do corpo:
MUDRA1
MUDRA2
MUDRA3
MUDRA4
MUDRA5
MUDRA6
MUDRA7MUDRA8

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O que é vedanta?

O que é vedanta?
A filosofia Vedanta originou-se dos Upanishads,textos que conformam a última parte dos Vedas,as mais antigas e importantes escrituras da India.A partir destas escrituras surgiram as bases filosóficas de todos os sistemas de pensamento religioso hindu,tanto dualistas quanto monistas.Tem sua origem há centenas e talvez há milhares de anos antes de Cristo,registrando as experiências místicas de santos e sábios.Com respeito ao homem,a Vedanta fundamenta-se em três pontos:
1.A natureza humana é divina.
2.O objetivo de vida humana é despontar e manifestar esta natureza divina.
3.A verdade é universal ,não sendo possessão exclusiva de nenhum credo, raça ou época.
Religião é, portanto, a busca do auto conhecimento, a procura do Deus existente dentro de nós mesmos. Pode-se dizer que Vedanta é filosofia,religião,psicologia e ética,todos integrados numa metafísica que satisfaz a razão,podendo ser compreendida e realizada intuitivamente por qualquer pessoa que pratique e experimente as disciplinas adequadas.
"Descubra Deus! este é o único propósito da vida"Sri Ramakrishna
Os principais conceitos da Vedanta
Deus é Um sem segundo,absoluto e indivisível. Embora impessoal,além de nome e forma,Deus assume várias formas pessoais para se revelar a nós. Deus é nossa essência,nosso espírito.Primordialmente somos todos Consciência,partes da Consciência Cósmica. Todas as Encarnações (manifestações de Deus na Terra) são personificações reais da Divindade.Nenhuma Encarnação pode ser considerada como a única manifestação daquela Divindade.Não existe acaso no universo cósmico.O destino humano é governado pela lei de causa e efeito (Karma). Não devemos nos considerar como necessitando ser salvos;nunca estivemos perdidos! Apenas vivemos na ignorância de nossa verdadeira natureza.Nascemos repetidamente na Terra para terminar a tarefa inacabada de realizar nossa divindade.Embora soframos por força de nossas ações podemos nos controlar e,por conseguinte,ao nosso destino.Existe um estado mais elevado de consciência (supra-consciência ou samadhi) que pode ser alcançado nesta nossa própria vida. Eis a meta!
O que exuiste de especial na Vedanta
1- Os vários ensinamentos oferecidos pela Vedanta podem adequar-se a uma ampla gama de temperamentos. Em miúdos: se a parte ritualística não Ihe atrai você tem toda a liberdade de não assisti-la. Mas aqueles que se deleitam com rituais (arati, puja etc) têm sempre as boas vindas àquelas cerimônias.
2 - Nossa abordagem utiliza, como dissemos, um variado número de métodos ou práticas. Com orientação qualificada (que é sempre grátis, jamais envolvendo dinheiro) você pode evoluir com aquela que lhe seja mais afim.
3 - Na Vedanta não se acredita em pecado, apenas em erro. Algum dia TODOS atingirão a meta da perfeição. Eis uma assertiva extremamente consoladora e positiva para aqueles que foram acostumados a se julgar pecadores. Vale lembrar as pa1avras de Swami Vivekananda:
"Filhos de imortal bem-aventurança: - que palavras doces e esperançosas! Permitam-me chamar-lhes, irmãos, por este doce nome: herdeiros da felicidade eterna. Os hindus se recusam chamar-lhes pecadores. Pecadores? Pecado é chamar-se alguém pecador! Esta é uma afirmação difamatória à natureza humana. Levantem-se - Ó leões - e arrojem longe a ilusão de que são carneiros. Vocês são imortais, espíritos livres, abençoados e eternos."
Os métodos
Religião é uma questão experimental,de prática,de conhecimento,de observação direta e pessoal.Sua religião tem que se tornar uma realização profundamente vivenciada de que sua verdadeira natureza é espiritual,de que você é uno com o espírito universal.Vedanta enfatiza a idéia do auto-esforço.Encoraja-nos a realizar o Deus que já temos dentro de nós através de certos métodos chamados Yogas os quais canalizam corretamente as tendências de que somos possuidores.Há várias maneiras de se alcançar união com Deus;o ideal é praticar um equilíbrio harmonioso das 4 Yogas que são:
1. JNANA YOGA - é a realização de Deus ou do Absoluto através do discernimento e da razão.O objetivo é a liberdade,romper a ilusão e ver a mesma Realidade subjacente a todos e a tudo.Este caminho utiliza muito os poderes da mente e é adequado ao filósofo que almeja ir além do universo visível.
2. BHAKTI YOGA - é o cultivo de uma relação devocional com Deus através da oração,ritual e adoração.É indicada para pessoa de natureza emocional,o Amante de Deus Pessoal.
3. KARMA YOGA - é o caminho que conduz a Deus através do trabalho inegoísta,do serviço ao próximo,pela adoração da divindade que existe dentro de cada ser humano.
4. RAJA YOGA - chamada de Yoga da meditação,é a alma de todas as Yogas.A ênfase aqui é o controle da mente pela concentração e meditação. Raja Yoga é também denominada o caminho psicológico da união com Deus.


fonte: http://www.casadobruxo.com.br/textos/magia96.htm


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Como Abrir Seus Chakras

fonte : http://pt.wikihow.com/Abrir-Seus-Chakras

Criado por Rafael Bemerguy
De acordo com a crença Hindu ou Budista, os Chakras são vastas (ainda que confinadas) piscinas de energia que, em nossos corpos, governam nossas qualidades psicológicas. Diz-se que há sete principais chakras ao todo: quatro na parte superior, que governam nossas propriedades mentais; e três na parte inferior, que guiam nossas propriedades instintivas. Eles são:

O Chakra Muladhara (raiz). O Chakra Svadhisthana (sacral). O Chakra Manipura (plexo solar). O Chakra Anahata (coração). O Chakra Visuddhi (garganta). O Chakra Ajna (terceiro olho). O Chakra Sahasrara (coroa).
De acordo com os ensinamentos Budistas/Hindus, todos os chakras devem contribuir para o bem-estar humano. Nossos instintos devem unir forças com nossos pensamentos e sentimentos. Alguns de nossos chakras normalmente não são inteiramente abertos (ou seja, eles operam sempre da mesma maneira, desde seu nascimento), mas alguns são hiperativos, ou até quase que fechados. Se os chakras não estiverem equilibrados, a paz com o ser não poderá ser alcançada.

Continue lendo para descobrir a arte de ficar atento aos chakras e para obter técnicas confiáveis para abri-los.

Passos

  1. Open Your Spiritual Chakras Step 1.jpg
    1
    Compreenda que, se você abrir seus chakras, não há necessidade de tentar fazer com que os hiperativos se tornem menos ativos. Eles simplesmente compensarão pela inatividade de chakras fechados. Assim que todos os chakras estiverem abertos, a energia se igualizará e se tornará equilibrada.
  2. 2
    Abra o Chakra Raiz (vermelho). Esse Chakra se baseia na sensação de atenção física e no conforto perante muitas situações. Se aberto, você deverá se sentir equilibrado e sensível, estável e seguro. Você não desconfie de pessoas próximas por motivo algum. Você se sente presente no que está acontecendo agora, e está muito conectado ao corpo físico. Se pouco ativo: você tende a ter medo ou a ficar nervoso, e pode se sentir indesejado facilmente. Se hiperativo: você pode ficar materialista e ganancioso. Você se sente seguro e não aceita bem mudanças.
    • Use o corpo e fique atento a ele. Faça yoga, caminhe pela rua ou faça a faxina de casa. Essas atividades permitirão que seu corpo lhe conheça melhor, e fortalecerá o chakra.
      Open Your Spiritual Chakras Step 2Bullet1.jpg
    • Permaneça com os pés no chão. Isso significa que você deve se conectar com o solo, e senti-lo abaixo de seu corpo. Para fazer isso, levante-se e permaneça relaxado. Separe os pés e incline ligeiramente os joelhos. Mova sua pélvis um pouco adiante e mantenha o corpo equilibrado, de maneira a sentir que o peso foi uniformemente distribuído sobre as solas dos pés. Em seguida, jogue o peso para frente. Permaneça nessa posição por vários minutos.
      • Permaneça com os pés no chão. Isso significa que você deve se conectar com o solo, e senti-lo abaixo de seu corpo. Para fazer isso, levante-se e permaneça relaxado. Separe os pés e incline ligeiramente os joelhos. Mova sua pélvis um pouco adiante e mantenha o corpo equilibrado, de maneira a sentir que o peso foi uniformemente distribuído sobre as solas dos pés. Em seguida, jogue o peso para frente. Permaneça nessa posição por vários minutos.
        Open Your Spiritual Chakras Step 2Bullet2.jpg
      • Após se estabelecer, sente-se de pernas cruzadas, como demonstrado na imagem abaixo.
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      • Permita que as pontas do polegar e do dedo indicador se toquem gentilmente, em um movimento pacífico.
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      • Concentre-se no Chakra Raiz e no que ele significa, no ponto entre os genitais e o ânus.
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      • Silenciosamente, ainda que de maneira clara, emita o som “LAM”.
      • Durante todo esse tempo, permita-se relaxar, ainda pensando no Chakra, no significado dele e em como ele afeta (ou deveria afetar) sua vida.
      • Continue fazendo isso até relaxar completamente. Você pode se sentir “limpo”.
      • Visualize uma flor vermelha fechada. Imagine uma energia muito poderosa irradiando dela. Ela se abre lentamente, exibindo quatro pétalas vermelhas cheias de energia.
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      • Contraia o períneo, prendendo a respiração e a soltando.
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    • Open Your Spiritual Chakras Step 3.jpgFONTE

1.MULADHARA (chakra raíz). boralá equilibrar...

Lakshmi!

Jai Maa Lakshmi!Deusa da prosperidade!
Quatro braços:quatro direções; Onipotência e onipresença.Quatro mãos: pureza, prosperidade, perfeição e liberdade.Mudrá: Bençãos aos seus devotosMoedas de ouro: Infinitas possibilidades e riqueza espiritual e material
Que a Grande Mãe nos acolha sempre em seus braços.
Namastê!
fonte  http://tudodeom.blogspot.com.br/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CHAKRA RAIZ MULADHARA





Voce reza na sua aflição e na sua necessidade, gostaria que vc pudesse rezar na plenitude de sua alegria e em seus dias de abundância.
 - Kahlil Gibran, O Profeta