BLOG PARA EXERCER O AMOR AO PRÓXIMO,fraternidade. Sou Irmã das estrelas, parceira da lua e Devota do sol. Sinto a influência do Cosmos. Perscrutadora da razão, estudo acima de tudo, o meu próprio ser e o sentido de minha existência aqui neste plano. Amo as cores que a Natureza picela em meu olhar, o céu a terra o mar O AR. ESTE BLOG É UMA JANELA DE LUZ, ONDE PUBLICO MATÉRIAS QUE AGREGAM VALORES AO SER HUMANO. APROVEITEM. biatrixluz@hotmail.com
quinta-feira, 25 de março de 2010
Libertação PELO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ " VALIOSOS ENSINAMENTOS"
TConteúdo doutrinário:
Este livro trata das culpas advindas a todos aqueles — encarnados e desencarnados — que trilharam pelos descaminhos morais, prejudicando a si mesmos e ao próximo. Como a evolução espiritual é Lei Divina, chega o tempo da inexorável prestação de contas, a partir do tribunal da própria consciência. Enquanto o arrependimento não brota no culpado, por sintonia ele será situado em tormentoso clima astral onde encontrará milhares de Espíritos similares. Porém, alguns desses — obsessores poderosos e cruéis — arvoram-se em juízes implacáveis que em razão da culpa dos mais fracos disso se valem para escravizá-los. A forma como isso acontece é aqui narrada de forma esclarecedora, quanto chocante.
As descrições dos abismais ambientes das trevas onde estão tais Espíritos caídos no mal causam fortíssima impressão, mas constituem preciosa lição de como até ali o Amor de Deus e a Caridade de Jesus e seus Prepostos se faz presente a todos quantos manifestem mínima vontade de mudar de rota, abandonando o mau proceder.
Os distúrbios físico-psíquicos-espirituais são analisados nos Planos Espiritual e Material, com detalhamento de alto impacto aos leitores, funcionando esta obra como enérgico alerta a todos nós, criaturas ainda nas duras lutas do auto-aperfeiçoamento moral.
Não adiantando análises ou reflexões, mas apenas em face do que temos visto no Movimento Espírita, talvez nos seja permitido imaginar que determinadas informações (caso da segunda morte e dos ovóides, por exemplo) causem estranheza e dificuldade de aceitação a alguns espíritas. Não obstante, pedimos licença a esses para sugerir-lhes que dêem crédito ao Tempo, que desata todo e qualquer nó, jamais deixando a verdade submersa.
FONTE: SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Ribeirão Preto/SP
http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_libertacao.html
quarta-feira, 24 de março de 2010
Mistérios nas gravações do filme Chico Xavier
| Patricia de Paula | |
- Eu senti a presença dele o tempo todo. Foi o único personagem que eu pedi para fazer e, hoje, acredito em tudo o que ele disse e viveu. Cada vez que penso nele me comovo - disse Nelson, se emocionando novamente. O ator lembra que, há muitos anos, estava num churrasco quando um rapaz sentou ao seu lado e perguntou se eu ia fazer o papel do espírita. - Eu disse que não. Aí ele me respondeu que um passarinho havia dito isso para ele e que ele era espírita. Esse foi um dos sinais mais significativos para mim - diz Nelson, que acredita que Chico o escolheu: - Ele me acompanhou durante todo o percurso. Segundo a atriz Renata Imbriani, que participou das filmagens, Chico realmente estava perto de Nelson. Ela, que é Espírita, conta que viu o espírito do médium durante uma gravação. - Estava aguardando a minha vez de entrar em cena e o Nelson estava gravando. De repente, vi uma porta entreaberta de onde saiu uma luz muito grande. Era o Chico. Ele apoiou o braço direito do Nelson e ficou todo o tempo energizando ele. O incrível é que, quando ele toca o Nelson ele fica até com a fisionomia igual a do Chico - conta Renata que interpreta uma mulher que perdeu o filho. Segundo a atriz Rosi Campos, o clima das filmagens foi marcado por uma emoção que parecia estar à flor da pele. - Todos que estavam no filme queriam muito estar lá, isso criou um clima muito especial nas filmagens. Você se apaixona pela pessoa que ele foi. Foi muito emocionante. O filme deve ser lançado em 2 de abril de 2010, quando o Chico faria 100 anos. Emoção no jardim de Chico No último dia das gravações, Nelson Xavier teve uma crise de choro. Depois, foi para o jardim, sentou num banco e, talvez sem saber, faz o que Chico costumava fazer ali mesmo: apóia as mãos sobre as pernas e olha para o céu. "Essa cena foi emocionante. Era o jardim dele, as rosas dele". Até o tempo deu uma forcinha Em Uberaba fazia um frio horrível e o diretor Daniel Filho disse para ninguém se preocupar porque no dia seguinte faria sol. Não deu outra. Fenômeno parecido aconteceu em São Paulo , quando chovia muito forte em toda a cidade. Só não caiu um pingo no local da filmagem. Visita inesperada em reunião espírita Segundo o diretor, teve uma filmagem de uma reunião espírita, em que, de repente uma senhora recebeu uma entidade. "Paramos a filmagem e esperamos a senhora se recompor". Pomba branca mostra o caminho A atriz Renata Imbriani conta que, antes de sair para gravar começou a rezar pedindo proteção. De repente, uma pomba branca entrou na casa e parou bem na frente dela. "Ela só foi embora quando eu saí. Pensei: estou no caminho certo. O tempo inteiro senti uma energia muito forte e tranquilizadora" |
sexta-feira, 19 de março de 2010
" Soneto - Soror Juana Inés de La Cruz "
" Soneto - Soror Juana Inés de La Cruz "
(mexicana - 1651-1695)
Rosa divina que em gentil cultura
és, com a tua fragrante sutileza,
magistério purpúreo da beleza,
alva lição de excelsa formosura;
há em ti como que humana arquitetura,
exemplo de uma ingênua e vã nobreza,
em cujo ser fundiu a natureza
o berço alegre e a triste sepultura.
Altiva em tua pompa presumida,
soberba, a morte afrontas, não te inclinas,
mas logo, desmaiada e emurchecida,
teu ser desfaz-se todo em tristes ruínas!
E assim, com douta morte e fútil vida,
vivendo enganas e morrendo ensinas!
( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"
Vol. IV - 1a edição 1965 )
(mexicana - 1651-1695)
Rosa divina que em gentil cultura
és, com a tua fragrante sutileza,
magistério purpúreo da beleza,
alva lição de excelsa formosura;
há em ti como que humana arquitetura,
exemplo de uma ingênua e vã nobreza,
em cujo ser fundiu a natureza
o berço alegre e a triste sepultura.
Altiva em tua pompa presumida,
soberba, a morte afrontas, não te inclinas,
mas logo, desmaiada e emurchecida,
teu ser desfaz-se todo em tristes ruínas!
E assim, com douta morte e fútil vida,
vivendo enganas e morrendo ensinas!
( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"
Vol. IV - 1a edição 1965 )
quinta-feira, 18 de março de 2010
JOANNA DE ÂNGELIS
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quarta-feira, 17 de março de 2010
ANTI ESTRESS
Ásanas para combater o Stress
Raiva, medo e ansiedade demais só atrapalham. Para domá-los, nada melhor do que praticar posturas específicas e exercícios respiratórios, os pranayamas. Essa dupla poderosa baixa o estresse e traz leveza para o corpo e para a alma.
Manter o bom humor em um mundo como o nosso é uma tarefa difícil. Controlar a irritação nos dias em que o melhor é sumir do mapa também não é fácil. “A raiva é um obstáculo ao crescimento pessoal e espiritual”, afirma o professor de ioga Sandro Malburg Bosco, da Escola Yoga Dham, de São Paulo. “Se você não dominá-la, ela domina você.” Ou seja: a pessoa raivosa está com excesso de rajas, um dos humores do corpo – descritos na filosofia iogue – que leva ao desequilíbrio. “Isso pode desencadear o surgimento de doenças e também levar à ansiedade crônica, que rouba a lucidez e o discernimento”, completa.
Por incrível que pareça, esse tema tão atual já era citado em meados de 600 a.C., no Bhagavad Gita (considerado a bíblia dos iogues), durante o diálogo do deus Krishna com o arqueiro Arjuna: “Aquele que for capaz de suportar a raiva (...) é verdadeiramente um homem feliz”.
A prática da ioga não transformará sua vida em um oásis de paz, mas poderá ajudá-lo a domar a fera que vive em você. “O controle para executar os asanas cria uma atitude interna equivalente, que se reflete nas emoções e na mente”, afirma a professora de ioga Ana Paula Bragaglia, de São Paulo. “Ao buscar um ponto de equilíbrio para se sentir confortável nas posições, o praticante geralmente encontra isso também dentro de si.”
Por um fio
A ciência já esmiuçou com detalhes o que acontece quando as pessoas se deparam com situações-limite: o corpo libera uma grande quantidade de hormônios, como a adrenalina, que aceleram o coração, aumentam o ritmo respiratório e deixam a musculatura contraída. Com a repetição desse mecanismo, o estado de tensão tende a se perpetuar. O que a ioga faz é justamente desarmar esse gatilho. “Uma pessoa que sente raiva com freqüência tem sua capacidade respiratória cada vez mais limitada”, afirma Bosco. “Os asanas ajudam a criar um espaço interno de relaxamento, permitindo uma respiração mais profunda.” Resultado: o praticante respira melhor, a liberação de hormônios ligados ao estresse diminui e os batimentos cardíacos e o ritmo respiratório se acalmam. Além disso, a mente se tranqüiliza, permitindo que emoções como medo, raiva e ansiedade se dissipem.
O prazo que esses benefícios levam para se manifestar é variável. Depende, por exemplo, do grau de tensão e da disposição interior para mudar. “A sensação de relaxamento e bem-estar é quase imediata. O que demora mais é a transposição desse estado para o dia-a-dia. Mas isso é apenas uma questão de tempo”, arremata Ana Paula Bragaglia.
A seqüência seguinte foi criada pelo professor Sandro Malburg Bosco, da Escola Yoga Dham, de São Paulo. Baseada na iyengar-ioga, que utiliza acessórios para manter o alinhamento do corpo, ajuda a controlar as emoções negativas e restaurar a paz interior. Para fazê-la, use como apoio almofadas, listas telefônicas ou travesseiros e certifique-se de que estejam na mesma altura.
1. Adho mukha svanasana
(cachorro com o rosto voltado para baixo)
Benefícios: bom para alongar a musculatura do corpo e desacelerar a mente. Diminui dores de cabeça e hipertensão. A cabeça voltada para baixo aumenta a irrigação do coração, melhorando a resistência física, e do cérebro, dando uma força para a memória.
Como fazer: fique de pé a cerca de 1 m da parede. Coloque dois apoios junto à parede, à distância equivalente à largura de seus ombros. Disponha o terceiro apoio a 45 cm da parede, de modo que fique no centro em relação aos outros dois. Separe os pés na largura do quadril e ajoelhe para colocar as mãos nos apoios. Pressione as palmas para baixo, contra os blocos, levante e caminhe para trás. Deixe as pernas bem alongadas, os pés alinhados com as mãos e tente manter os calcanhares em contato com o solo. Os braços ficam firmes, e os glúteos projetados em direção ao teto. Alongue a coluna e leve o osso do centro do peito para frente, na direção das mãos, e para baixo, expandindo todo o tórax. Não deixe os cotovelos virarem para cima. Descanse a cabeça no apoio.
Duração: iniciantes devem permanecer no máximo 30 segundos no asana e aumentar gradativamente até atingir um minuto.Precauções: se você tem intestino solto ou varizes, evite essa postura. Hipertensos ou portadores de dor de cabeça crônica só devem fazer com a cabeça apoiada.
2. Paschimottanasana
(flexão intensa para frente)
Benefícios: alonga as costas, tranqüiliza a mente e rejuvenesce o corpo. Ainda acalma o sistema nervoso, desacelera o coração e normaliza a pressão arterial.
Como fazer: sente-se no chão, estique as pernas para frente e coloque duas almofadas sobre elas. Tente alcançar os pés – se não der, use um cinto como uma extensão dos braços –, mantendo os joelhos juntos e esticados e as coxas firmes. Flexione a base da coluna e alongue o tronco na direção dos pés. Apóie os cotovelos e a testa na almofada. Se a coluna ficar muito curvada, sente em um apoio – almofada ou livro – mais alto. Empurre o ombros para baixo e para trás, afastando-os das orelhas.
Duração: cinco minutos.
Precauções: contra-indicado para quem tem asma, bronquite, intestino solto ou problemas nas vértebras do pescoço.
3. Adho mukha svatikasana
(auspiciosa)
Benefícios: extremamente relaxante, alivia a tensão do pescoço e das costas e diminui os batimentos cardíacos. Reduz a ansiedade, a tensão e as oscilações de humor.
Como fazer: sente-se no chão sobre uma almofada e apóie bem os dois ossinhos que ficam na base do bumbum. Cruze as pernas e apóie a testa sobre o assento de uma cadeira. Use algo macio como apoio.
Duração: dois minutos
Precauções: não há.
4. Setu bandha sarvangasana
(ponte)
Benefícios: a flexão da cabeça em direção ao queixo acalma o turbilhão dos pensamentos, aquieta a mente e aumenta a irrigação do cérebro. O movimento ainda devolve a flexibilidade à coluna dorsal, aliviando as tensões que se formam no pescoço, nos ombros e nas costas.
Como fazer: para apoiar o corpo, você vai precisar de duas listas telefônicas ou de dois almofadões presos por um cinto ou uma corda. É preciso formar uma linha reta entre o tronco e as pernas. Se for o caso, use mais um apoio para deixar o corpo alinhado. Sente-se sobre as almofadas, com os glúteos bem no meio, e apóie os pés no suporte, tomando cuidado para deixar as pernas bem esticadas. Expire e, com o apoio das mãos no chão, deite devagar para trás. Flexione a coluna sobre a beirada do almofadão e coloque os ombros e a cabeça totalmente no chão. Só então relaxe os braços ao longo do corpo, com as palmas das mãos viradas para cima. Afaste os ombros da cabeça e das orelhas, deixe o queixo alinhado com o centro do peito e relaxe o pescoço.
Duração: permaneça até três minutos e, com o tempo, aumente gradualmente para cinco minutos.
Precauções: se você sofre de dores na região lombar, eleve o apoio dos pés para evitar tensão no pescoço.
5. Viparaita karani
(lago invertido)
Benefícios: restauradora, estimula a circulação, combate a exaustão nervosa e reduz a depressão.
Como fazer: coloque um almofadão a cerca de 5 cm da parede. Sobre o suporte, deite de lado e deixe os glúteos próximos da parede. Gire o quadril e estique as pernas. Feche os olhos e respire profundamente.
Duração: de três a oito minutos.
Precauções: por ser uma postura invertida, na qual a cabeça fica abaixo da linha do quadril, ela não deve ser realizada durante o período menstrual.
6. Shavasana
(cadáver)
Benefícios: remove a fadiga física e mental e acalma o sistema nervoso.
Como fazer: deite o corpo sobre um almofadão na vertical, mantendo o tronco alinhado. Arranje também um apoio para a cabeça. Para aprofundar o relaxamento, cubra os olhos com uma faixa. Ao sair da postura, deite-se para o lado direito e sente-se devagar, com o apoio das mãos.
Duração: cinco minutos nas primeiras semanas e dez quando começar a se sentir mais confortável.
Respiração, sua maior aliada
Os pranayamas, exercícios respiratórios nascidos na Índia, diminuem a ansiedade e restabelecem a calma interior. Para realizá-los, sente-se no chão ou em uma cadeira, com a coluna ereta e os olhos fechados. “Tanto a inspiração como a expiração têm que ser feitas pelas narinas”, ensina Anna Ivanov, do Centro de Estudos de Yoga Narayana, de São Paulo.
1) Adhama pranayama (respiração baixa, ou abdominal)
- Inspire prestando atenção na região abdominal.
- Sinta o diafragma, o músculo que separa o tórax do abdômen, e tente empurrar os órgãos da região abdominal para baixo.
- Sinta o ar envolvendo a região da cintura e do púbis.
- Repita quantas vezes quiser.
Efeitos: melhora a circulação e relaxa a musculatura da região abdominal. Oxigena, massageia e equilibra as funções dos órgãos reprodutores. Ajuda a combater prisão de ventre, insônia, labirintite, cansaço e estafa e também oxigena a parte inferior do pulmão.
2) Madhyama pranayama (respiração média)
- Volte a atenção para a região que se estende da cintura ao coração.
- Inspire levando o ar para esse local.
- Repita quantas vezes quiser.
Efeitos: contribui para aliviar os sintomas de problemas respiratórios, como a asma e a bronquite. É um grande auxiliar nas doenças do sistema digestivo. Oxigena a parte média do pulmão. Descontrai a musculatura entre as costelas. Tonifica as vértebras e a medula e ainda ajuda a harmonizar as emoções.
3) Adhyama pranayama (respiração alta)
- Preste atenção na cintura escapular, a região localizada logo acima do coração.
- Inspire levando o ar para esse local.
- Repita quantas vezes quiser.
Efeitos: oxigena o cérebro, ameniza a taquicardia causada por rigidez muscular nessa região. Equilibra a circulação da cintura escapular e descontrai e oxigena a musculatura dessa área.
4) Mahat pranayama (respiração completa)
- Integra as respirações baixa, média e alta.
- Inicie o exercício com a inspiração na parte baixa, a seguir na média e depois na alta.
- Não faça pausas entre as faixas. Imagine o ar entrando como uma onda.
- Inicie a expiração pela parte baixa, seguindo a mesma seqüência da inspiração.
- Não faça pausas, mas solte o ar bem lentamente.
- Aumente gradativamente o número de repetições, até realizar 25 respirações completas.
Efeitos: oxigena profundamente o corpo e a cabeça.
5) Nadi shodana pranayama (respiração para purificação dos canais de energia)
Use o polegar direito para bloquear a narina direita e o anular direito para fazer o mesmo na narina esquerda. Os dedos indicador e médio ficam dobrados na palma da mão.
Primeira etapa – Narinas individuais
- Bloqueie a narina direita com o polegar direito.
- Faça três inspirações e três expirações pela narina esquerda lenta, regular e profundamente.
- Em seguida, alterne: bloqueie a narina esquerda com o anular direito e repita o procedimento acima.
- Pratique durante 15 dias, aumentando o número de voltas de três em três dias, até completar 25 voltas. Cada volta compreende uma série completa com a narina direita e a esquerda.
- Bloqueie a narina direita e inspire com a esquerda.
- Bloqueie a narina esquerda e solte o ar pela direita lenta, profunda e regularmente.
- Inspire sempre pela mesma narina que expirou e solte pela outra, alternando.
- Pratique durante 15 dias, aumentando de três em três voltas, até completar 25 voltas.
Terceira etapa
Integre as duas etapas, realizando os dois exercícios, um após o outro. Isso deverá ocorrer 30 dias após o início da primeira etapa.
Fonte: Bons Fluidos -
TEXTO: FANNY ZIGBAND
REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: ANYA TEIXEIRA
FOTOS: FÁBIO MANGABEIRA
domingo, 14 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
IRMÃO X MENTE SAGRADA.
EM LEMBRANÇA AOS 75 ANOS DE DESENCARNE DE HUMBERTO DE CAMPOS VERAS
Humberto de Campos Veras, nasceu em Miritiba, hoje Humberto de Campos, Maranhão, em 25 de Outubro de 1886. Foram seus pais Joaquim Gomes de Faria Veras, pequeno comerciante, e Ana de Campos Veras.
Perdendo o pai aos seis anos, Humberto de Campos deixou a cidade natal e foi levado para São Luís, dali, aos 17 anos, passou a residir no Pará, onde conseguiu um lugar de colaborador e redator na Folha do Norte e, pouco depois, na Província do Pará. Em 1910 publicou seu primeiro livro, a coletânea de versos intitulada Poeira.
Em 1912 transferiu-se para o Rio de Janeiro. Entrou para o Imparcial, na fase em que ali trabalhava um grupo de escritores ilustres, como redatores ou colaboradores. Ali também José Eduardo de Macedo Soares renovava a agitação da segunda campanha civilista. Humberto de Campos ingressou no movimento. Logo depois o jornalista militante deu lugar ao intelectual. Fez essa transição com o pseudônimo de Conselheiro XX com que assinava contos e crônicas, hoje reunidos em vários volumes.
Humberto de Campos, jornalista, político, crítico, cronista contista, poeta, biógrafo e memorialista, foi eleito em 30 de Outubro de 1919 para a Cadeira n º 20 da Academia Brasileira de Letras.
Em 1920, já acadêmico, foi eleito deputado federal pelo Maranhão. A revolução de 1930 dissolveu o Congresso e ele perdeu seu mandato. O Presidente Getúlio Vargas, que era grande admirador de Humberto de Campos, procurou minorar as dificuldades do autor de Poeira, dando-lhe os lugares de Inspetor de ensino e de Diretor da Casa de Rui Barbosa.
Em 1931, viajou ao Prata em missão cultural.
Em 1933 publicou o livro que se tornou o mais célebre de sua obra, Memórias, crônica do começo de sua vida. O seu diário secreto, de publicação póstuma, provocou grande escândalo pela irreverência e malícia em relação a contemporâneos.
Autodidata, grande ledor, acumulou vasta erudição, que usava nas crônicas. Poeta neoparnasiano, fez parte do grupo da fase de transição anterior a 1922. Poeira é um dos últimos livros da escola parnasiana no Brasil.
Fez também crítica literária de natureza impressionista.
Na crônica, seu recurso mais corrente era tornar conhecidas narrativas e dar-lhes uma forma nova, fazendo comentários e digressões sobre o assunto, citando anedotas e tecendo comparações com outras obras.
Humberto de Campos era um dos maiores escritores brasileiros. Nos últimos dias de sua vida, dominado por terrível enfermidade, escrevia com profunda piedade. Suas palavras e suas páginas já falavam de alguém que não era mais deste mundo. O público assistindo impotente à sua quase agonia devorava-lhe as crônicas e os livros como quem se despede de um grande amigo.
Doente, deformado, sob o peso da morte, Humberto recebia cartas de consolo e conforto, e, diz ele, dos espíritas que tentavam dar-lhe novas esperanças.
Humberto de Campos desencarnou no Rio de Janeiro, em 5 de Dezembro de 1934.
Tempos depois, Chico Xavier, começou a receber o grande escritor.
O estilo era o mesmo, as imagens e as expressões eram do melhor Humberto. Agripino Grieco veio de público atestar a autenticidade do estilo e da linguagem, cheia de referências à Grécia e aos homens.
As crônicas escritas pelo Chico saltaram para as páginas dos jornais e passaram a ser estudadas e criticadas, os livros foram vendidos às enxurradas. A venda dos livros despertou o interesse da família que ingressou em Juízo para cobrar indenização e impedir talvez a publicação das obras. O caso tornou-se rumoroso e foi fartamente divulgado pela Imprensa Brasileira, como é do conhecimento de todos. A Justiça lavou as mãos como Pilatos e declarou que ela nada tinha a ver com o caso que fugia ao seu domínio, pois, não poderia legislar no Reino do Espírito.
Dona Ana de Campos Veras, uma velhinha bondosa, que acalentara nos braços, um dia, o seu filho amado, escreveu a Chico Xavier e lhe enviou o retrato do escritor com carinho.
Humberto de Campos continuou a escrever por Chico Xavier adotando o pseudônimo de Irmão X
ENVELHECER...
Envelhecer
Humberto de Campos
Na manhã da existência, ouvindo o peito,
que previa teu vulto no caminho,
dentro em minha alma levantei teu ninho,
e, nesse ninho, preparei teu leito.
Desceu a tarde, e ainda me viu sozinho.
Murcham as flores, que, de leve, ajeito;
de novas rosas tua colcha enfeito,
e o travesseiro, novamente, alinho.
Cai, tristonho, o crepúsculo, na estrada.
Alongo os olhos, atirando um beijo
à forma vaga do teu corpo… E nada!
Recomponho as palavras que não disse.
E, apagando a candeia do Desejo,
adormeço na noite da Velhice.
Humberto de Campos
Humberto de Campos
Na manhã da existência, ouvindo o peito,
que previa teu vulto no caminho,
dentro em minha alma levantei teu ninho,
e, nesse ninho, preparei teu leito.
Desceu a tarde, e ainda me viu sozinho.
Murcham as flores, que, de leve, ajeito;
de novas rosas tua colcha enfeito,
e o travesseiro, novamente, alinho.
Cai, tristonho, o crepúsculo, na estrada.
Alongo os olhos, atirando um beijo
à forma vaga do teu corpo… E nada!
Recomponho as palavras que não disse.
E, apagando a candeia do Desejo,
adormeço na noite da Velhice.
sexta-feira, 5 de março de 2010
COMO SE DÁ A PROTEÇÃO DO OM...
Como se dá essa proteção? É um mantra e é um nome do Senhor. O nome do Senhor lhe protege através da repetição do próprio nome. Pelo nome você reconhece o Senhor. E, portanto, é reconhecimento em forma de oração. Sendo um mantra, ele é repetido, e, portanto, torna-se uma prece. O Senhor é o protetor e o provedor; aquele que abençoa é o Senhor; o Senhor é na forma de bênção. Repetido Om, você invoca o Senhor naquela forma específica. Então, dessa maneira, Om lhe protege. Portanto, ele é fiel a seu nome. É o Senhor que lhe protege, e não o som.
Entre o nome e o Senhor há uma ligação (abhidhána abhidheya sambandha). Um é o nome, o outro é o seu significado. A conexão é que você não pode repetir o nome sem o significado dele, se você o conhece. Uma vez conhecido o significado, este vem para sua mente, assim como a palavra. Portanto, não são duas ações diferentes. Não ocorre primeiro a palavra e depois de algum tempo o significado. Se você conhece o significado quando a palavra aparece na sua mente, no mesmo instante o significado está lá. Isso é possível somente quando ambos estão interligados. Essa conexão é chamada abhidhána abhidheya sambandha. E, por causa desse sambandha, o nome protege você, e o Senhor também.
O Senhor é Um e não-dual. Isso é o que dizem os Vedas.
Om iti idam sarvam yat bhútam yat ca bhavyam bhavisyat iti
O que existia antes, o que existirá depois e o que existe agora.
Tudo isso, sarvam, é realmente Om. Tudo o que existe é Om. Tudo o que existiu é Om, e também tudo o que existirá depois, no futuro. Passado, presente e futuro, incluindo o tempo e tudo o que existe no tempo - tudo isso é Om. Aquele Om é Brahman. Portanto, o Senhor é não-dual, e esse não-dual é Um. A sílaba é também uma e não-dual, significando que tudo está dentro dela. E tudo está dentro de Om.
O SIGNIFICADO DO OM...
Essa sílaba única, Om, vem dos Vedas. Como uma palavra sânscrita, significa avati raksati - aquilo que lhe protege, lhe abençoa. Como se dá essa proteção? É um mantra e é um nome do Senhor.
VERDADES ILUSTRES
" O amor é a força mais abstrata,
e também a mais potente, que há no mundo. "
Mahatma Gand
e também a mais potente, que há no mundo. "
Mahatma Gand
João Cabete tradutor de sentimentos divinos
Cada vez mais, várias pessoas e casas espíritas estão descobrindo o poder da música doutrinária para a elevação do padrão vibratório e a harmonização de ambientes. São inúmeros músicos, encarnados e desencarnados, que trabalham em favor de sua divulgação, uma batalha antiga, mas que vai ganhando a cada dia mais espaço e importância.´
João Cabete foi um destes tantos lutadores e divulgadores da música espírita. Escreveu mais de 200 composições, interpretadas hoje por vários grupos e corais espalhados pelo Brasil. Entre as mais conhecidas, estão músicas como "Fim dos Tempos", "Além das Grandes Estrelas", e "Alma das Andorinhas".Filho de imigrantes portugueses e caçula de cinco filhos, Cabete nasceu em 03 de abril de 1919, na cidade de São Paulo (SP), local onde passou sua infância e juventude.
Apesar dos momentos difíceis, principalmente por ter perdido o pai aos 08 anos de idade, a veia musical esteve presente. Desde pequenino, acompanhado de seu inseparável violão, já fazia apresentações em movimentos promovidos pelas rádios da comunidade portuguesa.
Ao longo da vida, João Cabete conquistou muitos amigos e irmãos sinceros dentro da Doutrina Espírita, bem como parceiros musicais, entre eles Welson Barbosa, Rafael Ranieri, Caribe e outros. Este último foi muito marcante, pois foi em sua casa, localizada em São Bernardo do Campo (SP), que Cabete, reunido com outros poetas como Formiga Babete, escreveu um grande número de letras musicais. Mas sua fonte de inspiração verdadeira sempre foi a natureza e Deus em sua grandeza.A maioria de suas composições foram feitas ao pé do piano, instrumento para o qual nunca estudou, mas que tocava muito bem.
João Cabete foi um destes tantos lutadores e divulgadores da música espírita. Escreveu mais de 200 composições, interpretadas hoje por vários grupos e corais espalhados pelo Brasil. Entre as mais conhecidas, estão músicas como "Fim dos Tempos", "Além das Grandes Estrelas", e "Alma das Andorinhas".Filho de imigrantes portugueses e caçula de cinco filhos, Cabete nasceu em 03 de abril de 1919, na cidade de São Paulo (SP), local onde passou sua infância e juventude.
Apesar dos momentos difíceis, principalmente por ter perdido o pai aos 08 anos de idade, a veia musical esteve presente. Desde pequenino, acompanhado de seu inseparável violão, já fazia apresentações em movimentos promovidos pelas rádios da comunidade portuguesa.
Ao longo da vida, João Cabete conquistou muitos amigos e irmãos sinceros dentro da Doutrina Espírita, bem como parceiros musicais, entre eles Welson Barbosa, Rafael Ranieri, Caribe e outros. Este último foi muito marcante, pois foi em sua casa, localizada em São Bernardo do Campo (SP), que Cabete, reunido com outros poetas como Formiga Babete, escreveu um grande número de letras musicais. Mas sua fonte de inspiração verdadeira sempre foi a natureza e Deus em sua grandeza.A maioria de suas composições foram feitas ao pé do piano, instrumento para o qual nunca estudou, mas que tocava muito bem.
Om Namah Shivaya ... O MANTRA DO DEUS DA TRANSFORMAÇÃO...
Om Namah Shivaya é um mantra que significa:
"Om, inclino-me perante Shiva" ou "Om, inclino-me perante o meu divino Ser interior".
É utilizado na meditação ióguica e os seus praticantes afirmam que o seu japa induz um profundo relaxamento físico e mental, além possuir eventuais efeitos curativos.
"Om, inclino-me perante Shiva" ou "Om, inclino-me perante o meu divino Ser interior".
É utilizado na meditação ióguica e os seus praticantes afirmam que o seu japa induz um profundo relaxamento físico e mental, além possuir eventuais efeitos curativos.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Scheilla sinônimo de caridade e benevolência
ENCARNAÇÕES ANTERIORES Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641. Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos. Fundou, em 1604, juntamente com o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade. Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto! TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASIL Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil. Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo, com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes. Conta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium "Peixotinho", surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam. Na obra "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade" de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: "Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô - disse um médium - Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. Estávamos a centenas de quilômetros de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, o caramujo que o Espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!" "Na assistência reduzida, estava presente um cientista suíço, materialista, que ali viera ter por insistência de seus familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou: -Para nosso irmão que está ali - indicava o suíço -, vou dar o perfume que a sua mãezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãezinha ausente." Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. "Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal, onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -Eu me sinto mal - diz Bissoli - Você - informou Scheilla - come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. - Pronto! - diz Scheilla, apagando o fenômeno. - Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio." Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela. "ABENÇOA SEMPRE... Abençoa a Terra, por onde passes, e a Terra abençoará a tua passagem para sempre." Scheill |
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
JORNADA
Fui átomo, vibrando entre aas forças do espaço,
Devorando amplidões, em longa e ansiosa espera...
Partícula, pousei...Encarcerado, eu era
Infusório do mar em montões de sargaço.
Por séculos fui planta em movimento escasso,
sofri no inverno rude e amei na primavera;
depois fui animal, e no instinto da fera
achei a inteligência e avancei passo a passo...
Guardei por muito tempo a expressão dos gorilas,
Pondo mais fé nas mãos e mais luz nas pupilas,
A lutar e chorar para, então, compreende-las!...
Agora homen que sou, pelo foro Divino,
Vivo de corpo em corpo a forjar o destino
Que me leve a transpor o clarão das estrelas!...
A delino da Fontoura Chaves
Do livro Antologia dos imortais
Francisco Cândido Xavier/ Waldo vieira
Devorando amplidões, em longa e ansiosa espera...
Partícula, pousei...Encarcerado, eu era
Infusório do mar em montões de sargaço.
Por séculos fui planta em movimento escasso,
sofri no inverno rude e amei na primavera;
depois fui animal, e no instinto da fera
achei a inteligência e avancei passo a passo...
Guardei por muito tempo a expressão dos gorilas,
Pondo mais fé nas mãos e mais luz nas pupilas,
A lutar e chorar para, então, compreende-las!...
Agora homen que sou, pelo foro Divino,
Vivo de corpo em corpo a forjar o destino
Que me leve a transpor o clarão das estrelas!...
A delino da Fontoura Chaves
Do livro Antologia dos imortais
Francisco Cândido Xavier/ Waldo vieira
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