BLOG PARA EXERCER O AMOR AO PRÓXIMO,fraternidade. Sou Irmã das estrelas, parceira da lua e Devota do sol. Sinto a influência do Cosmos. Perscrutadora da razão, estudo acima de tudo, o meu próprio ser e o sentido de minha existência aqui neste plano. Amo as cores que a Natureza picela em meu olhar, o céu a terra o mar O AR. ESTE BLOG É UMA JANELA DE LUZ, ONDE PUBLICO MATÉRIAS QUE AGREGAM VALORES AO SER HUMANO. APROVEITEM. biatrixluz@hotmail.com
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
trikonasana TRIANGULO
O que é Iyengar Yoga?
Iyengar Yoga , criado por BKS Iyengar , é uma forma de Hatha Yoga conhecido por seu uso de adereços, tais como cintos, blocos e cobertores, como auxiliares na execução de asanas (posturas). Os adereços capacitar os alunos a realizar as asanas corretamente, minimizando o risco de lesão ou tensão, e fazendo as posturas acessível a jovens e velhos. O desenvolvimento de força, estabilidade, mobilidade e são enfatizadas através da asanas .
Iyengar Yoga é firmemente na tradicional oito membros do yoga como exposto por Patanjali em seu Yoga Sutras , que inclui yama ,niyama , asana , pranayama , pratyahara , dharana , dhyana e samadhi .
Uma forma de Hatha Yoga , que incide sobre o alinhamento estrutural do corpo físico através do desenvolvimento de asanas. Através da prática de um sistema de asanas, que visa unir corpo, mente e espírito para a saúde e bem-estar. Esta disciplina é considerada uma poderosa ferramenta para aliviar as tensões da vida moderna que por sua vez pode ajudar a promover física total e bem-estar espiritual. [ 1 ]
Iyengar Yoga é caracterizado por uma grande atenção aos detalhes e foco precisos sobre o alinhamento do corpo . Iyengar pioneira no uso de "acessórios", como almofadas, bancos, blocos, cintas, e até mesmo sacos de areia, que funcionam como auxiliares permitindo iniciantes a experiência asanas mais facilmente e completamente do que poderia ser possível sem vários anos de prática. Props também permitir que os alunos cansados ou doentes para desfrutar dos benefícios de muitos asanas via totalmente "apoiado" os métodos que exigem menos esforço muscular.
Posturas em pé são enfatizadas em Iyengar Yoga. Disse que estão a construir pernas fortes, aumentar a vitalidade geral, a circulação e melhorar a coordenação e equilíbrio, garantindo uma base sólida para o estudo de mais avançado poses.
FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Iyengar_Yogaa para o estudo de mais avançado poses.
sábado, 16 de julho de 2011
gayatri mantra
Gayatri é um dos aspectos da deusa Saraswati,
representa o seu poder criativo ou shakti. Saraswati é mitologicamente representada como a protetora e inspiradora das artes, música, literatura e ciência. No entanto, esotericamente ela representa o potencial de expressão da mente humana.
A palavra Gayatri é composta de duas palavras:
Gaya= Florescer, abundar, energizar (vitalizar), energia vital.
Trâyate =o que protege; o que concede a liberação.
Vamos estudar esse mantra, que junto com o OM é o mais importante das tradições hinduístas.
Saraswati
A estrutura do mantra é de 3 linhas com 8 sílabas em cada uma, fazendo um total de 24 sílabas.Cada sílaba estimula os impulsos de criação dentro do Ser.
Assim, por mais que numa análise superficial o entendimento do mantra
fique de certa forma bem claro, é importante dizer que a tradução pura e simples do mantra abrange apenas a superfície de sua real significância.
Que fique bem claro que o mantra não se trata apenas de uma oração ou
um pedido solene.
Essa métrica de 3 linhas com 8 sílabas em cada uma, fazendo um total de 24 sílabas, é específica do Gayatri e por isso outros mantras que contém essa estrutura são chamados de gayatri também. Temos o gayatri do Ganesha, ou da Lakshmi, por exemplo.
O mantra aparece no Rig Veda da seguinte maneira:
TAT SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHEEMAH
DHIYO YO NAHA PRACHODAYAT
Notem que não há a adição dos Vyahritis (Bhuh, Bhuvah, Swaha[svah]) ,
pois a métrica do Gayatri deve respeitar as 24 sílabas no total.
Mais adiante falaremos sobre os Vyahritis.
Voltemos à métrica do Gayatri:
Como já foi dito, cada sílaba gera impulsos de criação em todo o Ser.
Vamos as 24 sílabas e seu significado esotérico:
1)Tat: Sabedoria Profunda (Brahma Jñana)
2)Sa: Bom uso da energia
3)Vi: Bom uso da riqueza
4)Tu: Coragem durante períodos ruins / acidentes
5)Va:A grandiosidade do convívio amigável com as mulheres
6)Re:A grandiosidade da esposa, que concede toda a fortuna à família
7)Nyam: Adoração e respeito à Natureza
8)Bhar: Controle Mental constante e firme
9)Go: Cooperação e Paciência
10)De: Todos os sentidos sob controle
11)Va: Vida Pura
12)Sya: Unidade do homem com Deus
13)Dhee: Sucesso em todas as esferas
14)Ma: Justiça Divina e Disciplina
15)Hi: Conhecimento
16)Dhi: Vida e morte
17)Yo: Seguir o caminho da retidão
18)Yo: Manutenção da Vida
19)Nah: Cautela e Segurança
20)Pra: Conhecimento das coisas que estão por vir e Doação para o bem
21)Cho: Leitura das escrituras sagradas e Associação com os sábios
22)Da: Auto Realização e Bem Aventurança
23)Ya: Boa Progênie
24)At: Disciplinas da vida e cooperação
Assim, volto a afirmar que o mantra não é uma simples oração ou ode a
uma deidade específica, mas sim todo um conjunto de conhecimentos
profundos e sutis.
Não é a toa que o gayatri mantra é considerado a essência dos vedas.
Mas para não ser muito analítico e para dar uma utilidade mais
prática ao mantra, vou me ater a explicar o mantra em suas três
linhas com oito sílabas cada. Mas nem por isso o estudo será
superficial, como poderão comprovar.
De maneira geral, o Gayatri Mantra é cantado ou pensado da seguinte
maneira:
OM
BHUR BHUVAH SVAH
TAT SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHEEMAH
DHIYO YO NAHA PRACHODAYAT
para saber mais, acesse o site abaixo
quinta-feira, 14 de julho de 2011
QUEM É HAMMED?
Hammed
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
atribui a maior parte de suas obras psicografadas.
Hammed é o pseudônimo que ele adotou, alegando
sentir-se assim mais livre para
desempenhar os labores espirituais
sentir-se assim mais livre para
desempenhar os labores espirituais
que se propõe a realizar na atualidade.
Viveu por várias vezes no Oriente, e especificamente,
na milenar Índia.
Viveu por várias vezes no Oriente, e especificamente,
na milenar Índia.
Participou na
França do século XVII do movimento jansenista, precisamente
no convento do Port-Royal des Champs, nas cercanias
no convento do Port-Royal des Champs, nas cercanias
de Paris,
como religioso e médico. Costuma se mostrar espiritualmente
ao médium ora com roupagem característica
ao médium ora com roupagem característica
de um indiano, ora com trajes da época do rei francês Luís XIII. [1]
É autor de diversas obras, psicografadas pelo médium,
como "Renovando Atitudes", "Os Prazeres da Alma",
"As Dores da Alma" e "A Imensidão dos Sentidos".
Destaca-se dentre os autores espíritas pela
abordagem com elementos da
como "Renovando Atitudes", "Os Prazeres da Alma",
"As Dores da Alma" e "A Imensidão dos Sentidos".
Destaca-se dentre os autores espíritas pela
abordagem com elementos da
psicologia e da filosofia oriental.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
ORAÇÃO Á MÃE..
.
Eu invoco a Companhia do Céu
Natureza inteligente e Mãe Terra
Os Golfinhos e as Baleias
E todos os Seres de Luz do Mar
Que nos ajudem a acalmar os Oceanos deste Mundo
Que nos ajudem a parar o "sangramento" da nossa grande
Mãe-Terra
Para que sejam assistidas todas as criaturas marinhas
que vivem na angústia
E que estabilize o leito oceânico do plano terrestre
Principalmente no Golfo do México
Peço conexão através da Rede de Luz homogénea
A cristalina Rede de Luz que está dentro e á volta
deste plano terrestre
E que todos os Trabalhadores da Luz e Seres de Luz
estejam juntamente com esta Rede de Luz
Prestamos auxilio através da Chama do Amor
Incondicional
Na criação de um Vórtice de Luz, dentro e em torno
desta área
Trazendo a Chama Rosa do Amor
A Chama Violeta da Transmutação, do Perdão e da Transformação
E a Luz Branca da Consciência de Cristo
Eu sou o pulsar da Terra
Sou una com a Mãe-Terra
Sou una com toda a Vida
Eu confio e entrego a tudo o que existe
Sabendo que faço a diferença sendo uma parte deste
colectivo de luz
Eu sou a Sabedoria
Eu sou a Luz
Eu sou o Amor
Eu sou a magnificência da criação através do Serviço
centrado no Amor
Trazendo deste modo alterações a este plano na Terra
Para que toda a vida se viva em Harmonia, Paz,
Abundância, Amor e pela Graça de Deus Mãe/Pai
terça-feira, 12 de abril de 2011
EU VI ESTRELAS NO CÉU, ELAS ERAM PARA TI
ERAM BORBOLETAS, MAIS PARECIAM ESTRELAS...
BRILHAVAM BANHANDO A ESCURIDÃO DE CORES
ELAS ERAM PARA TI...
E QUANDO VEJO AS ESTRELAS SINTO AS BORBOLETAS QUE BRILHAM DENTRO DE MIM ...
E SÃO INÚMERAS.
Luciana Giordano
BRILHAVAM BANHANDO A ESCURIDÃO DE CORES
ELAS ERAM PARA TI...
E QUANDO VEJO AS ESTRELAS SINTO AS BORBOLETAS QUE BRILHAM DENTRO DE MIM ...
E SÃO INÚMERAS.
Luciana Giordano
Eu vi borboletas
A borboleta é um símbolo da alma, pois da mesma forma que abandona a crisálida para voar, o espírito se liberta do corpo físico para ganhar espaço infinito. Representa também o renascimento e a imortalidade. No Japão, está associada à mulher, a metamorfose de seu ovo para lagarta e depois para crisálida e borboleta, indica as etapas da alma para a iluminação.
“O poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e de mudá-la, é a arte da transformação... A gente deve observar a nossa posição na vida e, como a borboleta, nós sempre estamos em algum estágio de atividade:
– Podemos estar no primeiro estágio, onde a ideia nasce, mas ainda não é uma realidade, é o estágio do ovo, o ponto de criação de uma ideia;
– O segundo estágio, da larva, é onde temos que tomar uma decisão;
– O terceiro estágio, do casulo, é o desenvolvimento do projeto, é fazer para realizar;
– E o estágio final, a transformação, é deixar o casulo e voar, é a realização!
Percebendo onde estamos, podemos continuar. Use o ar e os poderes mentais.
Tenha clareza mental e procure organizar um projeto, assim, você subirá o próximo degrau de sua vida!”
A principal mensagem é: Criar, transformar, mudar e ter coragem para aceitar
domingo, 10 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Um pouquinho de YOGA
Shiva é um importante deus do panteão hindu. Ele tem sido adorado desde há milhares de anos. Deus da fertilidade, morte e destruição, membro da Trimúrti, tríade hindú composta por: Brama, Visnu e Shiva.
Ele representa diversos aspectos desde o simples ao sublime. Assim Shiva é conhecido como, o transcendente ou o auspicioso, apesar de quase tudo nele ser o contrário, o grande asceta, o mestre Yoga sentado, o chefe de família, o benfeitor detentor da felicidade, o guardião mestre das artes marciais, o homem simbolizando a virilidade e o erotismo, como originador da fertilidade representando o homem cósmico em eterna união com a mulher cósmica, o destruidor do mal que possibilita a regeneração, o destruidor do orgulho pela simplicidade e a um nível mais subtil, é o destruidor do karma, do ego e materialismo que prende o homem ao samsara.
Dada esta multiplicidade de facetas de Shiva, não é possível sintetizá-lo numa única ideia, daí que as pessoas prefiram venerar um símbolo que dê forma à ideia por trás da imagem. O principal símbolo de Shiva é talvez o de concepção mais pura: uma simples pedra que se ergue da terra fértil, saindo para tocar o céu, é o linga.
A data mais importante de celebração de Shiva é Mahashivratri, em que se celebra o casamento de Shiva com Parvati, ou seja, quando Shiva se tornou parte do ciclo da vida como um homem comum.
Ele representa diversos aspectos desde o simples ao sublime. Assim Shiva é conhecido como, o transcendente ou o auspicioso, apesar de quase tudo nele ser o contrário, o grande asceta, o mestre Yoga sentado, o chefe de família, o benfeitor detentor da felicidade, o guardião mestre das artes marciais, o homem simbolizando a virilidade e o erotismo, como originador da fertilidade representando o homem cósmico em eterna união com a mulher cósmica, o destruidor do mal que possibilita a regeneração, o destruidor do orgulho pela simplicidade e a um nível mais subtil, é o destruidor do karma, do ego e materialismo que prende o homem ao samsara.
Dada esta multiplicidade de facetas de Shiva, não é possível sintetizá-lo numa única ideia, daí que as pessoas prefiram venerar um símbolo que dê forma à ideia por trás da imagem. O principal símbolo de Shiva é talvez o de concepção mais pura: uma simples pedra que se ergue da terra fértil, saindo para tocar o céu, é o linga.
A data mais importante de celebração de Shiva é Mahashivratri, em que se celebra o casamento de Shiva com Parvati, ou seja, quando Shiva se tornou parte do ciclo da vida como um homem comum.
O dia da semana em que se costuma realizar o ritual de adoração de Shiva é à 2ª feira, Somvar, o dia da lua, que é considerado um dia auspicioso.
Em suma ele é o supremo senhor da criação, Mahadeva, ele é a totalidade de todas as manifestações, o significado de toda a existência.
Shiva representa o mistério à espera de ser descoberto, assim como a vida. Compreendê-lo é compreender a realidade que governa o cosmos: a eterna verdade absoluta, somnatan dharma.
Em suma ele é o supremo senhor da criação, Mahadeva, ele é a totalidade de todas as manifestações, o significado de toda a existência.
Shiva representa o mistério à espera de ser descoberto, assim como a vida. Compreendê-lo é compreender a realidade que governa o cosmos: a eterna verdade absoluta, somnatan dharma.
Om Namah Shivaya é um mantra que significa: "Om, inclino-me perante Shiva" ou "Om, inclino-me perante o meu divino Ser interior". É utilizado na meditação ióguica e os seus praticantes afirmam que o seu japa induz um profundo relaxamento físico e mental, além possuir eventuais efeitos curativos.
OM NAMAH SHIVAYA
A PRONÚNCIA
OM NAMÁ CHIVÁIA
OM NAMÁ CHIVÁIA
O SIGNIFICADO
Este é o Grande Mantra da Salvação e Significa :
“Eu invoco/ confio/ honro e me curvo à luz do Senhor Shiva”
Este é o Grande Mantra da Salvação e Significa :
“Eu invoco/ confio/ honro e me curvo à luz do Senhor Shiva”
"OM NAMAH SHIVAYA" É um mantra é composto fisicamente de sílabas soadas de forma a influenciar o sistema humano, vibra afetando a matéria física, emocional e mental. Em determinado sentido cada palavra é um mantra. A palavra é muito poderosa, todo momento estamos presenciando isto em nosso dia a dia ao utilizamos palavras para obtermos o que desejamos (e o que não desejamos).
Os poderosos mantras que chegaram aos tempos atuais, pelo caminho da tradição védica, ou foram divinamente revelados, ou foram ouvidos pelos rishis e yogis de tempos imemoriais, quando se encontravam em estados trancendentais de consciência.
Conforme os vedas o mantra Om Namah Shivaya é o corpo do Senhor Nataraja, o Dançarino Cósmico. É o lar de Shiva.
"Namah" significa prostrações, "Shivaya Namah" significa: eu me prostro ante o Senhor Shiva (a alma é o servo de Shiva). "Shiva" representa a alma universal, "Aya" denota a identidade entre a alma individual e a alma universal. As cinco letras de "Namah Shivaya" significam as cinco ações do Senhor: criação, preservação, destruição, o ato de ocultar e a benção; significam também os cinco elementos e toda a criação através da combinação deles. "Na" denota o poder oculto do Senhor que faz a alma se mover pelo mundo, "Mah" é a amarra que prende a alma na roda das vidas e mortes. "Shi" é o símbolo do Senhor Shiva, "Va" é a Sua graça e "Ya" é a alma individual. Se a alma se enreda em "Na" e "Mah" ela ronda interminavelmente pelo mundano, se ela se associa com "Va" ela vai em direção a Shiva. "Namah Shivaya" forma o corpo do Senhor Shiva e o mantra propicia que "eu me refugie no corpo do Senhor Shiva"’.
Om Namah Shivaya é parte central e a mais importante de um antiqüíssimo mantra: o mantra original que precedeu a criação. Babaji disse que quando Jagadamba, a energia primeva apareceu, foi este o som que primeiro surgiu em seus lábios."
OM NAMAH SHIVAYA, o maha mantra de Shiva, foi o principal mantra utilizado por Haidakhand Bhole Baba, faz parte do centro nevrálgico de seu ensinamento. Babaji enaltecia seu poder de purificação, iluminação, imortalidade e redenção, ensinava sobre seu indescritível poder para destruir obstáculos, criar alegria e felicidade e formar uma ponte de ligação com Shiva. Dizia que seu poder era maior que o de uma bomba atômica. Recomendava sua repetição constante durante a meditação, o trabalho, o descanso e até mesmo durante sono e os sonhos.
Babaji ensinava que se as pessoas repetissem constantemente o nome do Deus da crença de cada um, a vida dos homens e todos os seres do planeta poderia ser reconduzida para um padrão mais saudável e eventualmente poderíamos esperar um futuro menos negro do que este que a humanidade atual está gerando. São milhares os depoimentos de pessoas relatando os efeitos extraordinários provocados pelo uso constante deste mantra.
"O mantra, a deidade do mantra, o guru e você mesmo são todos um só. Repita o mantra com esta certeza". Shree Swami 108 Fakira Nand
Rajindra - Devota de SRI 1008 MAHAVATAR BABAJI e
discípula de SHRI SWAMI 1O8 FAKIRA NAND.
discípula de SHRI SWAMI 1O8 FAKIRA NAND.
sábado, 2 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
A PÁSCOA E SEUS SIGNIFICADOS
A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS | |
O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida). Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] . Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos. De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças. Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados. Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas. Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos. A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma. A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar. |
quarta-feira, 23 de março de 2011
BOLO DE NOZES
BOLO DE NOZES
Fica fofinho e suave...
Ingredientes:
Massa:
- 3 xícaras de chá de farinha de trigo integral
- 1 e 1/2 xícara de chá de açúcar cristal
- 100g de nozes picadas
- 3 colheres de sopa de óleo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 1 e 1/2 xícaras de água
Recheio:
- 600ml de água
- 4 colheres de sopa cheias de leite de soja em pó
- 100g de nozes picadas
- 5 colheres de sopa cheias de açúcar cristal
- 2 colheres de sopa cheias de amido de milho (maizena)
- 1 pacote de 100g de coco ralado
Cobertura:
- 4 colheres de sopa cheias de chocolate em pó (não é achocolatado)
- 4 colheres de sopa cheias de açúcar cristal
- 1/2 xícara de chá de gergelim
- 1 e 1/2 xícara de água
*Se for usar achocolatado, aumente a quantidade e não coloque açúcar.
Preparação:
Coloque os ingredientes secos da massa numa vasilha, menos o fermento.
Mexa, acrescente a água e misture.
Acrescente o fermento e misture bem, mas suavemente.
Coloque numa forma untada com óleo e leve para assar em temperatura média por aproximadamente 40 minutos.
* Assei numa forma de 18x25.
Espete um palito, se sair limpo está pronto.
Deixe esfriar e enquanto isso faça o recheio.
Coloque os ingredientes numa panela, mexa bem pra dissolver a maizena.
Leve ao fogo médio e mexa sem parar até engrossar.
Deixe mais uns cinco minutos em fogo baixo pra tirar o gosto da maizena e desligue.
Quando a massa estiver fria, desenforme e corte ao meio no sentido horizontal com o auxílio de uma faca.
* Antes de desenformar, passe uma espátula nas laterais pra desgrudar totalmente a massa.
Coloque uma das partes onde o bolo será servido.
Coloque todo o recheio e cubra com a outra parte do bolo.
Faça a cobertura, batendo o gergelim com a água no liquidificador.
Coloque numa panela com o chocolate e o açúcar e deixe ferver uns 10 minutos em fogo baixo.
Não fica grosso.
Essa quantidade é suficiente pra cobrir todo o bolo (pro tabuleiro).
terça-feira, 22 de março de 2011
farofa de banana VEGAN
FAROFA COM BANANA VERDE
Eita coisa boa!
Ingredientes:
- Pimentão da cor de sua preferência em quantidade à gosto
- Alho poró em quantidade à gosto
- Farinha de milho ou mandioca
- Banana verde frita
- Azeite de dendê à gosto
- Sal à gosto
- Pimenta calabresa à gosto
- Tempero baiano à gosto
- Coentro à gosto
* Ou os temperos de sua preferência.
Preparação:
Separe os ingredientes e pique o pimentão e o alho poró.
Numa panela, aqueça o azeite de dendê e frite o alho poró e o pimentão.
Acrescente sal, tempero baiano e pimenta calabresa.
Mexa por um minuto.
Acrescente a banana verde frita, mais sal e misture por mais um minuto.
Coloque a farinha de milho ou de mandioca, mais sal e mexa por uns dois minutos.
Junte o coentro, mexa e desligue o fogo.
Prontinho!
FONTE:http://karunapurna.blogspot.com/
segunda-feira, 21 de março de 2011
IOGURTE CASEIRO
Como fazer IOGURTE?
Ferver 1 litro de leite (de boa procedência). Depois desligar o fogo. Quando o leite estiver morno (temperatura suportável pela pele), jogar ¼ de um copo de iogurte natural, também de boa procedência. Mexer com uma colher de pau e deixar descansar num pirex tampado por 12 horas. Para ficar mais consistente, embrulhe o pirex em 3 a 4 folhas de jornal e depois amarre uma toalha.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Um pouquinho de YOGA
Deus da Criação - BRAHMA
BRAHMA – O Deus da Criação. Conforme a crença hindu, no inicio tudo
era escuridão e silêncio. O Universo parecia mergulhado num grande sono até que o BRAHMAN* mudou este estado de coisa. Primeiro, fez surgir as “Águas Cósmicas” e nelas depositou uma semente. Com o passar do tempo a semente se transformou num resplandecente “Ovo Dourado”. BRAHMAN, que não tinha forma passou, então, um “Ano Cósmico” dentro do “Ovo Dourado” e dele emergiu na forma de uma divindade. Esse novo deus ganhou o nome de BRAHMA (sem o “N” final) e foi incumbido de uma missão especial: criar o Mundo e suas criaturas. (Seria essa a matriz do Demiurgo referido por Platão?). Mal nasceu, já começou a cumprir sua tarefa. Conta-se que quando o “Ovo” se quebrou, a casca de cima originou a esfera celeste, enquanto que a inferior formou a esfera terrestre. O primeiro ato do Deus Criador foi dar forma ao Céu e, assim, manter as metades separadas. Na seqüência, criou os seres humanos, os animais, os vegetais e tudo mais que há no Universo. Por estes feitos, BRAHMA ganhou destaque no panteão hindu e ao lado de SHIVA* e de VISHNU* passou a integrar a TRIMURTI*. BRAHMA, além de Criador, é o principio de harmonia e equilíbrio entre VISHNU (Deus da Preservação) e SHIVA (associado à destruição). Cada um representando um aspecto do Universo. Em relação ao nascimento de BRAHMA, deve-se registrar que a história do “Ovo Cósmico” é apenas uma dentre várias outras que narram a origem e o papel desse deus. Noutra versão, ele teria nascido de uma flor de lótus que brotou do umbigo de VISHNU, para só então dar inicio ao seu trabalho de criação, o que implica em certa subordinação de BRAHMA em relação a VISHNU. Também se diz que BRAHMA criou uma filha do próprio corpo (a Eva judaico/cristã?), por quem se apaixonou e se uniu dando origem ao primeiro homem, chamado de MANU (Adão?). O Deus BRAHMA é descrito como um homem de pele vermelha, dotado de quatro braços e de quatro cabeças, as quais ficam voltadas para os quatro pontos (cardeais) do Universo. Com seus oito olhos, mantém-se atento à sua Criação e montado num “Ganso Sagrado” percorre o Céu para observar o Mundo.
era escuridão e silêncio. O Universo parecia mergulhado num grande sono até que o BRAHMAN* mudou este estado de coisa. Primeiro, fez surgir as “Águas Cósmicas” e nelas depositou uma semente. Com o passar do tempo a semente se transformou num resplandecente “Ovo Dourado”. BRAHMAN, que não tinha forma passou, então, um “Ano Cósmico” dentro do “Ovo Dourado” e dele emergiu na forma de uma divindade. Esse novo deus ganhou o nome de BRAHMA (sem o “N” final) e foi incumbido de uma missão especial: criar o Mundo e suas criaturas. (Seria essa a matriz do Demiurgo referido por Platão?). Mal nasceu, já começou a cumprir sua tarefa. Conta-se que quando o “Ovo” se quebrou, a casca de cima originou a esfera celeste, enquanto que a inferior formou a esfera terrestre. O primeiro ato do Deus Criador foi dar forma ao Céu e, assim, manter as metades separadas. Na seqüência, criou os seres humanos, os animais, os vegetais e tudo mais que há no Universo. Por estes feitos, BRAHMA ganhou destaque no panteão hindu e ao lado de SHIVA* e de VISHNU* passou a integrar a TRIMURTI*. BRAHMA, além de Criador, é o principio de harmonia e equilíbrio entre VISHNU (Deus da Preservação) e SHIVA (associado à destruição). Cada um representando um aspecto do Universo. Em relação ao nascimento de BRAHMA, deve-se registrar que a história do “Ovo Cósmico” é apenas uma dentre várias outras que narram a origem e o papel desse deus. Noutra versão, ele teria nascido de uma flor de lótus que brotou do umbigo de VISHNU, para só então dar inicio ao seu trabalho de criação, o que implica em certa subordinação de BRAHMA em relação a VISHNU. Também se diz que BRAHMA criou uma filha do próprio corpo (a Eva judaico/cristã?), por quem se apaixonou e se uniu dando origem ao primeiro homem, chamado de MANU (Adão?). O Deus BRAHMA é descrito como um homem de pele vermelha, dotado de quatro braços e de quatro cabeças, as quais ficam voltadas para os quatro pontos (cardeais) do Universo. Com seus oito olhos, mantém-se atento à sua Criação e montado num “Ganso Sagrado” percorre o Céu para observar o Mundo. Nas mãos carrega vários objetos:
1°) um rosário que serve para manter a ordem no Universo;
2°) um pote de água que utiliza para criar vidas;
3°) uma flor de lótus e os VEDAS (aliás, geralmente, seu trono é representado por esta flor). Sentado nela,
BRAHMA irradia a energia da Criação, enquanto cada uma das quatro cabeças recita um dos VEDAS. Esta forma de representação ocorre, porque durante sucessivas gerações os ensinamentos ali contidos foram transmitidos oralmente e, segundo a tradição, esta forma de transmissão teve, no inicio, o auxilio de BRAHMA. Segundo alguns teólogos, os VEDAS originaram-se do sopro de VISHNU e BRAHMA foi o primeiro a recebê-los com a incumbência de transmiti-los para o mundo dos deuses e para o mundo dos homens. Ainda segundo a tradição, os sacerdotes brâmanes* nasceram da boca do deus BRAHMA e foram os únicos a receber (dele) os ensinamentos contidos nos VEDAS. Estes sacerdotes eram considerados os intermediários entre os humanos e os deuses (aproximadamente como padres, pastores e rabinos) e, destarte, cabia-lhes difundir estes ensinamentos ao povo. Esta importância culminou na formação do chamado “HINDUISMO BRAMÂNICO”, onde os BRÂMANES ocupavam a CASTA mais elevada e BRAHMA era tido como o deus principal. Apenas no século XIX dC. é que esta crença passou a ser chamada de HINDUISMO e atualmente o deus BRAHMA não é mais objeto de uma adoração tão profunda. Com a ascensão de SHIVA e de VISHNU, ele foi relegado a um segundo plano. Porém, uma lenda protagonizada pelo sábio BRAHMARISHI BHIRGU
propõe outra versão para o fato de não serem comuns as homenagens a BRAHMA: conta-se que, certa vez, os Seres Humanos decidiram organizar um grande ritual que deveria ser presidido pelo mais importante dos deuses e o escolhido foi BRAHMA. Porém, quando o sábio tentou convidá-lo, o deus estava atento à música cantada por sua esposa SARAVASTI* e não ouviu os chamados. Revoltado, BHIRGU amaldiçoou BRAHMA a nunca mais ser venerado. Lendas e maldições à parte, o fato de ser um “deus criador” não lhe garantiu o posto mais alto na hierarquia celeste; porque assim como os outros, ele representa apenas um dos aspectos de BRAHMAN (o Ser Supremo). Neste caso, seria a manifestação masculina e criadora de uma Entidade Abstrata, neutra, sem forma. Quando comparado aos outros deuses da TRIMURTI*, BRAHMA assume uma posição secundária (numa referência à pouca importância da matéria que criou) e a própria grafia de seu título “deus criador” sofre restrições. Na Índia, as palavras “criador” e “deus” são escritas em
letras minúsculas o que significa que aquele que “cria” não é uma divindade que detenha o poder total. Ele “cria” apenas pela graça de VISHNU ou de SHIVA. É, portanto, um mero cumpridor de ordens superiores. BRAHMA também não é um deus eterno. Os hindus calculam que ele existirá durante “cem anos celestiais” (aproximadamente quatro milhões de anos da Terra) e quando ele findar, o Universo que criou acabará. Então, outro Universo nascerá e outro deus demiurgo ocupará o posto de Criador. Outrossim, um aspecto que deve ser mencionado relaciona-se com o fato de BRAHMA sempre ser representado com as “Quatro Cabeças”: Uma história de amor e de incesto “explica” a origem destas “Quatro Cabeças”. Sentindo-se sozinho, criou de seu próprio corpo uma deusa chamada de SARAVASTI(Deusa da sabedoria)*. Ao perceber os olhares maliciosos de BRAHMA, ela se moveu para a direita e com isso fez nascer uma cabeça no mesmo lado do corpo do deus. Depois, correu para a esquerda e para trás e mais duas cabeças emergiram em BRAHMA; quando SARAVASTI fugiu para o céu uma quinta cabeça brotou, mas esta última foi queimada por INDRA* como castigo pelo desejo incestuoso (Sodoma?). Por fim, SARAVASTI aceitou casar-se com BRAHMA e dessa união é que se orignaram as criaturas vivas.
BRAHMA irradia a energia da Criação, enquanto cada uma das quatro cabeças recita um dos VEDAS. Esta forma de representação ocorre, porque durante sucessivas gerações os ensinamentos ali contidos foram transmitidos oralmente e, segundo a tradição, esta forma de transmissão teve, no inicio, o auxilio de BRAHMA. Segundo alguns teólogos, os VEDAS originaram-se do sopro de VISHNU e BRAHMA foi o primeiro a recebê-los com a incumbência de transmiti-los para o mundo dos deuses e para o mundo dos homens. Ainda segundo a tradição, os sacerdotes brâmanes* nasceram da boca do deus BRAHMA e foram os únicos a receber (dele) os ensinamentos contidos nos VEDAS. Estes sacerdotes eram considerados os intermediários entre os humanos e os deuses (aproximadamente como padres, pastores e rabinos) e, destarte, cabia-lhes difundir estes ensinamentos ao povo. Esta importância culminou na formação do chamado “HINDUISMO BRAMÂNICO”, onde os BRÂMANES ocupavam a CASTA mais elevada e BRAHMA era tido como o deus principal. Apenas no século XIX dC. é que esta crença passou a ser chamada de HINDUISMO e atualmente o deus BRAHMA não é mais objeto de uma adoração tão profunda. Com a ascensão de SHIVA e de VISHNU, ele foi relegado a um segundo plano. Porém, uma lenda protagonizada pelo sábio BRAHMARISHI BHIRGU
propõe outra versão para o fato de não serem comuns as homenagens a BRAHMA: conta-se que, certa vez, os Seres Humanos decidiram organizar um grande ritual que deveria ser presidido pelo mais importante dos deuses e o escolhido foi BRAHMA. Porém, quando o sábio tentou convidá-lo, o deus estava atento à música cantada por sua esposa SARAVASTI* e não ouviu os chamados. Revoltado, BHIRGU amaldiçoou BRAHMA a nunca mais ser venerado. Lendas e maldições à parte, o fato de ser um “deus criador” não lhe garantiu o posto mais alto na hierarquia celeste; porque assim como os outros, ele representa apenas um dos aspectos de BRAHMAN (o Ser Supremo). Neste caso, seria a manifestação masculina e criadora de uma Entidade Abstrata, neutra, sem forma. Quando comparado aos outros deuses da TRIMURTI*, BRAHMA assume uma posição secundária (numa referência à pouca importância da matéria que criou) e a própria grafia de seu título “deus criador” sofre restrições. Na Índia, as palavras “criador” e “deus” são escritas em
letras minúsculas o que significa que aquele que “cria” não é uma divindade que detenha o poder total. Ele “cria” apenas pela graça de VISHNU ou de SHIVA. É, portanto, um mero cumpridor de ordens superiores. BRAHMA também não é um deus eterno. Os hindus calculam que ele existirá durante “cem anos celestiais” (aproximadamente quatro milhões de anos da Terra) e quando ele findar, o Universo que criou acabará. Então, outro Universo nascerá e outro deus demiurgo ocupará o posto de Criador. Outrossim, um aspecto que deve ser mencionado relaciona-se com o fato de BRAHMA sempre ser representado com as “Quatro Cabeças”: Uma história de amor e de incesto “explica” a origem destas “Quatro Cabeças”. Sentindo-se sozinho, criou de seu próprio corpo uma deusa chamada de SARAVASTI(Deusa da sabedoria)*. Ao perceber os olhares maliciosos de BRAHMA, ela se moveu para a direita e com isso fez nascer uma cabeça no mesmo lado do corpo do deus. Depois, correu para a esquerda e para trás e mais duas cabeças emergiram em BRAHMA; quando SARAVASTI fugiu para o céu uma quinta cabeça brotou, mas esta última foi queimada por INDRA* como castigo pelo desejo incestuoso (Sodoma?). Por fim, SARAVASTI aceitou casar-se com BRAHMA e dessa união é que se orignaram as criaturas vivas.
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